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Sua pausa de escuta e reflexão do mês: encontros presenciais que unem psicanálise, filosofia e rodas de conversa em grupo, atravessando temas sensíveis e perguntas profundas. Uma assinatura para quem quer pensar e descobrir novas formas de estar no mundo, em companhia.


Clube mensal de conversas presenciais em psicanálise e filosofia
O com.verso offline é um clube mensal de conversas que nasce da parceria entre a Offline e o com.verso, projeto idealizado pela psicanalista Gabriela Birger.
O clube é espaço presencial de escuta, reflexão e pensamento compartilhado sobre temas da vida contemporânea, a partir da psicanálise e da filosofia.
Os encontros acontecem em formato de conversa guiada, sem palestras ou respostas prontas. Um tempo desacelerado para sustentar perguntas, compartilhar atravessamentos e pensar em conjunto, com presença e cuidado.
O clube pode ser acessado por encontro avulso ou por meio de uma mensalidade, pensada para quem deseja acompanhar a continuidade das conversas e construir um vínculo ao longo do tempo.
Os temas de cada encontro são divulgados mensalmente.
Não é necessário conhecimento prévio em psicanálise ou filosofia. O com.verso offline é um convite aberto a quem se interessa por pensar a experiência humana em diálogo com o outro.
Temas dos encontros:
1. O lugar da espiritualidade no mundo atual | 12/março - 19h30 às 21h30
Em um mundo marcado pelo avanço da ciência, da tecnologia e da aceleração, a espiritualidade não desapareceu — ao contrário, se reinventou. Neste encontro, vamos conversar sobre o lugar da fé e da religião hoje, o crescimento do mercado espiritual, a força das comunidades religiosas e o retorno de discursos conservadores. Também vamos refletir sobre quando a espiritualidade organiza, acolhe e dá sentido — e quando se torna dogma, controle ou fundamentalismo.
2. Amar a dois: compromisso, liberdade e contradição | 16/abril - 19h30 às 21h30
Relacionamentos amorosos continuam sendo um dos grandes territórios de desejo, conflito e sofrimento. Entre ideais de amor livre, fidelidade, monogamia e relações extraconjugais, como as pessoas estão se vinculando hoje? Este encontro propõe uma conversa aberta sobre expectativas, acordos, traição, culpa e fantasia — sem fórmulas prontas, mas reconhecendo que amar envolve escolhas, limites e inevitáveis contradições.
6. Trabalho e identidade: quem somos quando trabalhamos? | 07/maio - 19h30 às 21h30
Desde a modernidade, o trabalho deixou de ser apenas meio de sobrevivência e passou a ocupar um lugar central na identidade. Mas o que acontece quando ele deixa de fazer sentido, muda ou se perde? Vamos discutir a romantização das transições profissionais, a pressão por propósito, as tendências da Geração Z e a promessa (nem sempre cumprida) de equilíbrio entre vida pessoal e carreira. Um encontro para pensar o trabalho não só como função, mas como espelho de quem somos — e do que esperamos de nós mesmos.
4. Inteligência Artificial e o futuro do eu | 18/junho - 19h30 às 21h30
A Inteligência Artificial já atravessa nosso cotidiano, nosso trabalho e até nossas relações. Mas o que muda quando delegamos decisões, memória e produção de pensamento às máquinas? Vamos explorar como a IA afeta a forma como trabalhamos, nos relacionamos com os outros e conosco, o fenômeno do offloading cognitivo e seus impactos subjetivos — inclusive no campo do cuidado e da terapia. Um encontro para pensar limites, possibilidades e efeitos psíquicos dessa nova presença.
5. Autenticidade ou pertencimento: precisamos escolher? | 16/julho - 19h30 às 21h30
Ser fiel a si mesmo ou pertencer a um grupo? Essa tensão atravessa relações, trabalho, redes sociais e escolhas de vida. Neste encontro, vamos explorar essa grande dialética contemporânea e profundamente humana: o desejo de ser único e o desejo de fazer parte. O que acontece quando seguimos radicalmente um desses polos? Quais os riscos da autenticidade sem laço — ou do pertencimento sem sujeito? Uma conversa sobre identidade, reconhecimento e os custos invisíveis das escolhas.
6. Idades de transição: o tempo, as escolhas e as vidas que não vivemos | 20/agosto - 19h30 às 21h30
Existem idades “certas” para amar, casar, ter filhos, mudar de carreira, se reinventar? Ou essas marcas são construções sociais que produzem angústia e comparação? Vamos conversar sobre os grandes marcos da vida adulta, o peso das escolhas, o lugar do arrependimento e a pressão por realizar certos roteiros em determinados momentos. Um encontro para pensar maturidade não como acúmulo de conquistas, mas como a capacidade de lidar com as vidas que não serão vividas.
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